Mendonça já autorizou quebra de sigilo bancário do filho do presidente Lula


Em 26/02/2026

 



A pedido da Polícia Federal, o relator das investigações sobre o esquema de roubo de aposentadorias no Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça (foto), autorizou a quebra de sigilos bancários do Fábio Lula da Silva, o Lulinha, em janeiro deste ano.

Esse material já está em posse dos agentes da PF.

Nesta quinta-feira, 26, a CPMI do INSS aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha, o que levou a uma confusão na sessão e a questionamentos dos lulistas, que querem anular a decisão.

A base governista vai apresentar um recurso ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), para tentar anular a sessão CPMI desta quinta.

Contagem

Na visão da base governista, imagens da sessão mostraram que apenas sete parlamentares da oposição votaram a favor do requerimento, contra 14 votos dos petistas.

Os lulistas argumentam que votaram contra o pedido de quebra de sigilo do Lulinha os senadores Soraya Thronicke, Randolfe Rodrigues, Jussara Lima, Jaques Wagner, Teresa Leitão e os deputados Damião Feliciano, Atila Lira, Cleber Verde, Orlando Silva, Romero Rodrigues, Paulo Pimenta, Alencar Santana, Neto Carletto e Rogério Correia.

Nas contas da base petista, votaram a favor das quebras os senadores Izalci Lucas, Eduardo Girão, Rogério Marinho e os deputados Coronel Fernanda, Adriana Ventura, Alfredo Gaspar e Marcel van Hatten.

No entanto, o presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), argumenta que na hora da votação dos requerimentos em bloco havia 31 presentes. Assim, com 14 votos governistas, os demais seriam automaticamente pela aprovação da devassa nas contas do filho do presidente Lula.

 

O Antagonista